terça-feira, 14 de maio de 2019

Os equívocos que sabemos que existem sobre a Bíblia


A Bíblia é o fundamento do Cristianismo. Nela aprendemos sobre a condição humana, nossa necessidade de salvação, o plano de Deus através de Cristo, a alegria eterna que espera aqueles que confiam em Jesus, e muito mais. Até agora nesta série temos olhado para a questão da verdade em relação à Bíblia, bem como sua confiabilidade. Agora vamos passar à pergunta importante: como a Bíblia foi descoberta? Assim como todos seus salmos e muito mais?
Ao fazer isso, vamos olhar para quatro áreas-chave em relação à bíblia: inspiração, canonização, transmissão e tradução. Antes de o fazermos, vamos ver alguns equívocos sobre como conseguimos a Bíblia.

Equívocos sobre a Bíblia


Algumas pessoas pensam que a Bíblia foi escrita ao mesmo tempo, copiada e distribuída. Mas a Bíblia não é uma escritura instantânea e nem tudo foi escrito ao mesmo tempo. Em vez disso, os livros da Bíblia foram escritos ao longo de um longo período de tempo por diferentes pessoas inspiradas por Deus.
Outro equívoco sobre a Bíblia é que ela foi simplesmente criada por alguns selecionados a fim de consolidar, ganhar ou manter o poder e o prestígio. Dada a adversidade enfrentada pelo povo hebreu e, mais tarde, a perseguição sofrida pelos cristãos, esta explicação está longe de ser plausível. Por exemplo, ao invés de ganhar poder ou prestígio, os primeiros cristãos foram severamente oprimidos, enquanto muitos outros foram mortos – martirizados por crer na mensagem do evangelho.
Ainda outro equívoco diz que há muitas "Bíblias" diferentes, então como se pode ter certeza de que a versão Cristã é a correta? Este equívoco pode assumir formas diferentes. Uma forma apresenta muitos "Evangelhos" diferentes como prova de que o registro do Novo Testamento de Jesus não é necessariamente a verdadeira versão. E o Evangelho de Tomé? Tenha em mente que existem dezenas de escritos que afirmam ser Evangelhos cristãos ao longo das linhas de Mateus, Marcos, Lucas e João. Mas muito poucas cópias desses Evangelhos rivais existem.
O Evangelho de Tomé, do qual há referências a mais de uma versão, tem influências distintamente gnósticas. Em suma, os gnósticos acreditavam que a carne é ruim, mas o Espírito é bom. Como resultado, eles negaram que Jesus realmente veio na carne, uma posição que a igreja primitiva contrariou por escritos como 1 João. Tomé também apresenta Jesus fazendo algumas coisas muito fora de caráter. Em uma passagem, por exemplo, Jesus faz com que um menino definhe (morra).
Também é importante ter em mente que estes "Evangelhos" adicionais aparecem no registro histórico muito depois dos manuscritos do Novo Testamento, tornando estes Evangelhos "perdidos" altamente suspeitos não só em referência ao seu conteúdo, mas sua confiabilidade.

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